terça-feira, 7 de maio de 2024

Histórico de Preços "verticalizados" no Google Finance

Você sabia que existe um recurso muito interessante que é o histórico de preços "verticalizados" no Google Finance?




Usando a A1 como célula de saída, coloquei a formula =GOOGLEFINANCE("BBAS3";"PRICE";"01/01/2020";HOJE())

Onde o Google fará a postagem de forma crescente até a data de hoje, fórmula =hoje().

No exemplo abaixo seria destacando as datas (B2 e B3) e o ticker (B1) em células específicas, para não ter que "entrar" na formula (F2) para fazer a edição, tornando mais automática a planilha.


Há alguma sugestão que gostaria de acrescentar a esta postagem?

Abraços.




quarta-feira, 21 de junho de 2023

Em sua 255º reunião, o COPOM decidiu manter a SELIC no patamar de 13,75%

 

Em sua 255º reunião, o COPOM decidiu manter a SELIC no patamar de 13,75%



O ambiente externo continua desafiador, apesar de revisões positivas para o crescimento. Os bancos centrais estão comprometidos em combater a inflação, inclusive com o aumento das taxas de juros.

No cenário doméstico, há sinais de desaceleração econômica, com o destaque positivo do setor agropecuário. 

A inflação acumulada deve aumentar no segundo semestre, e medidas de inflação subjacente estão acima da meta. 

As projeções do Copom indicam uma inflação de 5,0% em 2023 e 3,4% em 2024. Riscos para a inflação incluem pressões globais persistentes, incerteza fiscal e expectativas desancoradas. 

Riscos de baixa incluem queda nos preços das commodities e desaceleração econômica global. 

Diante disso, o Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 13,75% ao ano, visando a convergência da inflação para a meta e estabilidade econômica. 

A conjuntura exige cautela na política monetária, e o Copom seguirá monitorando a dinâmica inflacionária e as expectativas para definir os próximos passos.


fonte: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/17920/nota

domingo, 4 de junho de 2023

Você sabia que pode gerenciar uma carteira gratuita de investimentos pelo Google Finance?

 

Você sabia que pode gerenciar uma carteira gratuita de investimentos pelo Google Finance?



Na área dos investimentos, ter um controle eficaz da carteira é essencial para alcançar o êxito financeiro. Antes, a maior parte das ferramentas disponíveis para esse propósito eram cobradas, o que dificultava o acesso de muitos investidores, sobretudo os novatos. 

Porém, com o progresso da tecnologia e o aparecimento de novas opções, agora é possível achar alternativas gratuitas, como o Google Finance, que se tornou uma ótima opção para usuários iniciantes que querem acompanhar e administrar seus investimentos de forma eficiente.

Algumas das vangens do Google Finance:

1 - Praticidade: assim como na planilha, como expliquei neste arquivo, o Google Finance fornece em tempo real as cotações das ações, índices e moedas. Isso dar a possibilidade de acompnhar de forma prática os preços do mercado, com defasagem de 20 minutos

2 - Gráficos e análises: A plataforma conta com gráficos interativos, fáceis de serem compreendidos e com ferramentas de análises para ajudar a pessoa ter uma leitura dinãmica do que está acontecendo com comparações de tendência e análises. 

3- Acesso multiplataforma: por ser online, está disponível em dispositivos móveis, permitindo que acompanhe as informações em qualquer lugar. 

Porém é importante destacar que, devido à sua natureza simplificada, o Google Finance apresenta limitações em diversos recursos, em comparação com uma planilha.

Se você estiver disposto(a) a investir tempo e esforço no aprendizado de planilhas, elas podem ser uma opção valiosa para expandir suas capacidades de análise financeira. 

As planilhas oferecem um nível de detalhamento e customização que podem se tornar essenciais à medida que você aprofunda seus conhecimentos e necessidades de investimento.

E o intuito deste blog é justamente simplificar o manuseio das planilhas e mostrar como elas são uma poderosa ferramenta financeira. 

O que achou deste artigo? Gostaria de opinar a respeito?


domingo, 28 de maio de 2023

Cotações de FIIS, BDRs entre outros no Google Finance

 Você sabia que com o Google Sheets pode conferir cotações, ou ainda, ações, FIIS, BDRs e outros instrumentos financeiros direto do seu navegador/celular?

Como podem ver , no exemplo abaixo, na célula A2 está o "BBAS3" que é o código do Banco do Brasil na Bolsa de Valores de São Paulo.



Na coluna ao lado, mais especificamente na célula B2 está a função do Google finance que é =GOOGLEFINANCE(A2;"PRICE"), destaquei em azul as células onde têm funcões e/ou fórmulas, acredito que assim fica mais fácil para manusear a planilha.


No entanto na célula B6 onde está a conversão de dólar-real, por questões de limitações da função da planilha tive que obrigatoriamente colocar a fórmula sem mencionar a outra célula, então ficou: =GOOGLEFINANCE("USDBRL")


Há alguma sugestão que gostaria de acrescentar a esta postagem?


Abraços.



quinta-feira, 18 de maio de 2023

O que é a SELIC?

 A Selic, ou Sistema Especial de Liquidação e Custódia, é a taxa básica de juros da economia brasileira. Ela desempenha um papel crucial no cenário financeiro do país, influenciando diretamente o custo do crédito, os investimentos e o comportamento dos agentes econômicos.

Por meio do Comitê de Política Monetária (COPOM), o Banco Central do Brasil determina a taxa Selic, que serve como referência para todas as demais taxas de juros praticadas no mercado. 

A principal função da Selic é controlar a inflação e manter a estabilidade econômica, ajustando a oferta de dinheiro na economia conforme as metas de inflação estabelecidas. 

Entender o funcionamento da Selic é essencial para compreender o impacto dela em nossas finanças pessoais e nas decisões de investimentos.

O intuito principal da criação deste Blog é tornar mais acessíveis as informações sobre a taxa Selic, explicando de forma simples e pragmática como ela nos impacta e como podemos nos planejar financeiramente a partir dela. Por meio de ferramentas como o Google Finance e dentre outras disponíveis na web. 

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Em sua 254º reunião, o COPOM decidiu manter a SELIC no patamar de 13,75%

 

A situação externa continua desfavorável. Os problemas envolvendo bancos fora do país têm aumentado a insegurança, mas com impacto limitado sobre as condições financeiras até agora, exigindo acompanhamento constante. 

Ao mesmo tempo, os bancos centrais das principais economias continuam empenhados em fazer a inflação se aproximar das suas metas, em um cenário em que a inflação se mantém persistente.

Fonte: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/17886/nota

quarta-feira, 22 de março de 2023

Em sua 253º reunião, o COPOM decidiu manter a SELIC no patamar de 13,75%

 

Os incidentes recentes nos setores bancários dos Estados Unidos e da Europa estão gerando maior incerteza e instabilidade nos mercados, exigindo uma vigilância constante. No entanto, os indicadores atuais de atividade econômica e inflação global mostram-se resilientes, enquanto as políticas monetárias nas principais economias seguem em uma trajetória restritiva.

No cenário doméstico, os dados mais recentes sobre a atividade econômica corroboram a expectativa de desaceleração prevista pelo Copom. A inflação para os consumidores, assim como suas medidas subjacentes, permanecem acima do intervalo considerado adequado para o cumprimento da meta inflacionária. 

Além disso, as projeções de inflação para os anos de 2023 e 2024, de acordo com a pesquisa Focus, aumentaram em relação à última reunião do Copom, situando-se em torno de 6,0% e 4,1%, respectivamente.

fonte: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/17857/nota

Histórico de Preços "verticalizados" no Google Finance

Você sabia que existe um recurso muito interessante que é o histórico de preços "verticalizados" no Google Finance? Usando a A1 co...